Revista Gotaz
“Gotas caem de qualquer lugar”. Esta frase sintetiza o momento em que estamos, onde a cena cultural no Norte do Brasil vive novamente uma atmosfera de vontade de criar, de produzir e mostrar todo o potencial cultural da Amazônia. Perceber esse novo momento onde as produções no campo artístico-cultural no Pará crescem de maneira vertiginosa, foi o momento perfeito para lançarmos, em novembro de 2008, a primeira edição da Revista Gotaz, fruto de uma exposição coletiva e um projeto fotográfico. Essa pequena iniciativa nos levou a lugares onde não esperávamos chegar, nos sentimos inovadores, eufóricos, capazes de transformar as mais imutáveis cabeças, mesmo que por meio de um simples traço, palavra ou imagem. Perceber que todos estavam envolvidos na construção coletiva do conhecimento, da produção cultural, compartilhando idéias, sonhos e ações, foi fundamental para atingirmos outro nível de desenvolvimento social através da cultura, foi e continuará sendo inspirador.
A Gotaz nasceu para ser um espaço democrático de criação coletiva, um lugar que estimule a expressão artística sem amarras, e com suas três edições on-line publicadas, conseguiu se tornar uma referência e um espaço onde os criadores podem divulgar, expressar e opinar sobre música, artes visuais, teatro, moda, literatura e política.
A Revista Gotaz é a nova forma de expressar e divulgar pessoas e idéias, um canal para extrapolar o cotidiano e expor um cenário diferente do usual, mostrar que existe uma produção cultural no Norte do país, que chega a ser extravagante, graças a sua pluralidade de formas, movimentos e conseqüências.
A Gotaz nasceu para ser um espaço democrático de criação coletiva, um lugar que estimule a expressão artística sem amarras, e com suas três edições on-line publicadas, conseguiu se tornar uma referência e um espaço onde os criadores podem divulgar, expressar e opinar sobre música, artes visuais, teatro, moda, literatura e política.
A Revista Gotaz é a nova forma de expressar e divulgar pessoas e idéias, um canal para extrapolar o cotidiano e expor um cenário diferente do usual, mostrar que existe uma produção cultural no Norte do país, que chega a ser extravagante, graças a sua pluralidade de formas, movimentos e conseqüências.

